quarta-feira, 4 de junho de 2008

administrando os riscos e erros


Agora é a fase das revisões do veleiro. Mas para que tanta revisão? Digamos que está sendo analisada a questão sobrevivência, onde o mínimo de coisas devem/podem dar errado, já que eliminar totalmente o que pode dar errado é quase impossível. Então, o bom senso no diz que devemos olhar cada parafuso, cada conexão, sistema hidráulico, cupilha, eletrônicos, fiação, estado do casco, velas, enfim, tudo...para reduzir os risco e o regresso ser vitorioso.

Risco é a possibilidade de ocorrência de um resultado indesejável, como conseqüência de qualquer evento. Devido às incertezas, o risco é um fato, é inerente . As conseqüências do risco podem afetar o desempenho, o custo, o cronograma de tudo. Para reduzir risco é possível que um projeto tenha que ser reformulado e assim, o risco administrado.
Estamos constantemente sujeitos a risco de todos os tipos. Alguns podem ser evitados, outros não são totalmente eliminados. Para os que não podem ser eliminados, deve-se verificar a probabilidade de ocorrência, a grandeza ou severidade do evento. Assim, os riscos podem ser internos ou externos (do veleiro, clima).
Como avaliar? Decompor o sistema em elementos ou componentes (velas, casco, eletrônicos...); identificar possíveis eventos causadores (soldas da fiação, costuras das velas, estado do motor).
Os riscos estão associados a: maturidade, incertezas, orçamentos, ambiente.

terça-feira, 3 de junho de 2008

popa



Vista da popa e través da embarcação e do vaso sanitário com a bomba hidráulica (tem que ter bundinha).
Popa=ré (aft), través= lateral (boreste ou estibordo- neste caso acima).
Bombordo é o lado esquerdo das embarcações. Boreste ou estibordo é o lado direito. A parte da frente é proa e a parte de trás é a popa.

geração de energia resolvida


Para que tenhamos um mínimo de conforto à bordo, se faz necessário energia 12 Volts onde não há conexão para 220 V. Esta energia é obtida através de baterias (3) que são alimentadas por um painel solar flexível e um pequeno gerador acoplado ao lado do motor, conforme a foto. Isto é suficiente para abastecer uma geladeira (para barcos), TV LCD, rádio AM/FM/CD, rádio VHF (náutico), bateria do Lep Top e várias lâmpadas internas e lâmpadas (4) de navegação externas do veleiro.

segunda-feira, 2 de junho de 2008

mais fotos



vista da entrada (acesso interno-"companionway") ao veleiro e sala. Em fase de revisão é assim, ferramentas por todo o lado.

Iniciam-se os treinamentos




Buenas, veleiro adquirido (O' Day), agora iniciam-se os treinamentos. Ledo engano!!!! Agora é hora de revisar tudo, de conhecer o barco, cada parafuso, cada fiação, cada pedacinho de vela etc. Este veleiro foi totalmente reformado em 2007 e 2008 no Iate Clube Veleiros da Ilha, mas apesar disto alguns probleminhas já foram detectados, como bomba de água para pia e chuveiro que não funcionam, mangueiras do vaso sanitário "estranguladas" (apesar de novas), conexões inadequadas para embarcações (foram colocadas conexões hidráulicas de residências), soldas da fiação ineficientes, alguns fusíveis inexistentes, piloto automático inoperante, falta de equipamentos de segurança exigidos pela Marinha do Brasil. Agora é mãos à obra.


quarta-feira, 21 de maio de 2008

mudança de planos

Bom, todo projeto está sujeito a novos rumos e foi o que aconteceu com a Expedição Mandarim. Depois de muita reflexão, pesando pós e contras, ficou decidido que a compra do primeiro veleiro ocorreria no Brasil.
Aquisição esta já efetuada em maio/2008, possibilitará que os treinamentos sejam efetuados no litoral entre o estado de Santa Catarina e o Rio e Janeiro, por um período suficiente a proporcionar segurança para uma circunavegação. O veleiro está apoitado (atracado) em uma marina na Ilha de Florianópolis.
Por questão de custos, o veleiro adquirido é menor do que o veleiro a ser adquirido nos EUA. Para que se tenha uma noção de valores, um veleiro de 12 metros no Brasil em torno dos anos 1990 está 250 mil reais. Compra-se um com estas especificações nos EUA por 60 a 100 mil reais e com o detalhe de os de lá estarem equipados para viagens oceânicas. As vendas são "porteira fechada". No Brasil alguns "pelam" o barco para vender.
Em breve fotos e filmagens do veleiro.

domingo, 4 de maio de 2008

Esse é "macho"

Quem disse que não dá para enfrentar pauleira sozinho?
http://www.youtube.com/watch?v=z_ExqQ80T5g