- MADEIREIRA CAPIVARAS, (www.mcapivaras.com.br) -Criciúma-SC
- METALÚRGICA METAEL (http://www.metael.com.br/)- Içara-SC
sexta-feira, 31 de outubro de 2008
AGRADECIMENTOS/ APOIOS
JÁ DÁ PARA COMEÇAR A FAZER UMA LISTA DE APOIOS AO PROJETO, MESMO QUE O MESMO TENHA SIDO PRORROGADO. VAMOS LÁ. AGRADEÇO AOS MEUS EX-ALUNOS PELA ATENÇÃO E FORNECIMENTO DE DETALHES EM MADEIRA E AÇO PARA O VELEIRO.
quarta-feira, 22 de outubro de 2008
planejar e executar
Planejar é importante, mas chega uma hora que temos que executar. Quando teu feeling disser...vá! tem que ir. Aos 48 retrocedo e vejo que a margem de acertos é de 70% a favor de ter feito já. Este impulso pode ser a chave de fazer, não fazer, ou ter que esperar alguns anos para tentar fazer com que teu projeto se realize, se ainda tiver vontade de realizá-lo.
sexta-feira, 3 de outubro de 2008
crise econômica mundial
Mas o que tem a ver crise com velejar? é que ela está influenciando a data de saída, tendo em vista que para tal empreendimento deve haver uma certa disponibilidade financeira.
Mas o que me chama a atenção é que esta crise placebo ou crise moral foi criada e muito bem engendrada (crise placebo pq a midia consegue fazer todos acreditarem que ela existe, moral pq. os orgãos reguladores "não quiseram" enxergar o que estava ocorrendo na terra do Tio San).
Não sou economista, não estudei seus fundamentos, mas tem o feeling. Consulte 10 economistas hoje que cada um dará uma opinião diferente, então também posso dar.
O Ex presidente do banco central americano diz que a crise será rápida, o prêmio nobel de economia Joseph Stiglitz diz que será prolongada, que é uma das piores.
Vejamos pois....começou ano passado quando o HSBC resolveu vender seus papéis atrelados aos financiamentos imobiliários. Estes papéis eram podres e os bancos efetuaram um acordo para não vender, ir embarrigando o problema que começou com o excesso de crédito, falta de critérios para concessão, incompetência dos bancos americanos em emprestar (R-D= cap. pagto.).
Emprestavam sem garantias suficientes ou com garantia super estimada. Por exemplo, uma casa que valia 100 mil era avaliada o valor suficiente para o mutuário contrair novos créditos. Só que os juros aumentaram, o número de empréstimos para uma mesma pessoa aumentou, o salário estagnou. E chamaram isto de sub prime.
Este subprime tinha títulos que poderiam ser negociados, mas como estavam abaixo do valor de mercado, os bancos fizeram um acordo para tudo virar em pizza, o que não deu certo devido ao HSBC que começou a se desfazer destes papéis (que por sinal atende muito mau aqui em Criciúma).
Mas, e agora, de repente todo o problema está somente nestes sub primes? Talvez eu esteja enganado, só o tempo dirá, mas está tudo sendo ajustado paros poderosos lucrarem mais ainda. De repente a crise é mundial, e todos os bancos quebram num só mês e querem dinheiro para serem salvos. De repente ninguém tem mais dinheiro, o planeta está acabado.
O FMI disse dia 02/10 que é a pior crise (ele está aí para não deixar isto acontecer e é um dos responsáveis por isto, só está dizendo que é a pior para tentar justificar sua incompetência), o Lula diz que é a pior crise, mas até ontem ele não dizia isto (os americanos mandaram ele dizer a partir de hoje), o Bacen quer saber se Bin Laden tem conta no Brasil?????? (ele tem é banco próprio, sustentado por gestores de furtunas anti américa), e os bancos aumentam a taxa de juros aqui no Brasil (semana passada uma prestação que estaria em 530 reais hoje está em 700 reais- quanto não irão lucrar com esta suposta crise?).
Por enquanto esta não é a pior crise:
10) Wall Street 1901-03: -46%O mercado foi assombrado pelo assassinato do presidente McKinley, em 1901, juntamente com uma grave seca meses depois, no mesmo ano.
9) Wall Street 1919-21: -46%Havia receio de que o novo setor automobilístico se tornaria sobreaquecido, imaginando que a produção de automóveis chegara ao estágio da saturação.
8] Wall Street 1906-07: -48%O mercado arrepiou-se todo após o presidente Theodore Roosevelt ter ameaçado manter na rédea curta os monopólios que floresceram em diversos setores industriais, principalmente no setor ferroviário.
7) Wall Street 1937-38: -49%Uma baixa excessiva dos preços foi motivada pela política do New Deal de Franklin Roosevelt.
6) Londres 2000-2003: -52%O Reino Unido assumiu o sexto lugar na tabela do mercado ao cair 52% entre 2000 e 2003 como os investidores sofreram as conseqüências do colapso da bolha da teconologia.
5) Hong Kong 1997-98: -64%O mercado acionário de Hong Kong sofreu uma pesada queda em 1997-1998 após a deserção dos chamados Tigres Asiáticos, países emergentes da Ásia.
4) Londres 1973-74: -73%Crise do petróleo, quando os países da OPEP decidiram elevar os preços do produto de uma hora para outra. A bolsa de Londres caiu 73%.
3) Japão 1990-2003: -79%Em terceiro lugar, com um declínio 79%, foi o mercado acionário japonês, que sofreu uma prolongada queda de preços entre 1990 e 2003, o que se transformou num pesadelo deflacionário, e esta bolsa ainda não se recuperou, está com perdas de 71% nesta data.
2) E.U.A Nasdaq 2000-2002: -82%O fim da bolha das empresas .com, que surgiram e terminaram rapidamente (estas perdas ainda não foram recompostas, nesta data acumula perdas de 61%).
1) Wall Street 1929-32: -89%A maior de todas as crises econômicas, que fez a bolsa de New York cair 89% entre 1929 e 1932 (mas que foi facilmente solucionada quando um novo presidente assumiu e concedeu crédito).
9) Wall Street 1919-21: -46%Havia receio de que o novo setor automobilístico se tornaria sobreaquecido, imaginando que a produção de automóveis chegara ao estágio da saturação.
8] Wall Street 1906-07: -48%O mercado arrepiou-se todo após o presidente Theodore Roosevelt ter ameaçado manter na rédea curta os monopólios que floresceram em diversos setores industriais, principalmente no setor ferroviário.
7) Wall Street 1937-38: -49%Uma baixa excessiva dos preços foi motivada pela política do New Deal de Franklin Roosevelt.
6) Londres 2000-2003: -52%O Reino Unido assumiu o sexto lugar na tabela do mercado ao cair 52% entre 2000 e 2003 como os investidores sofreram as conseqüências do colapso da bolha da teconologia.
5) Hong Kong 1997-98: -64%O mercado acionário de Hong Kong sofreu uma pesada queda em 1997-1998 após a deserção dos chamados Tigres Asiáticos, países emergentes da Ásia.
4) Londres 1973-74: -73%Crise do petróleo, quando os países da OPEP decidiram elevar os preços do produto de uma hora para outra. A bolsa de Londres caiu 73%.
3) Japão 1990-2003: -79%Em terceiro lugar, com um declínio 79%, foi o mercado acionário japonês, que sofreu uma prolongada queda de preços entre 1990 e 2003, o que se transformou num pesadelo deflacionário, e esta bolsa ainda não se recuperou, está com perdas de 71% nesta data.
2) E.U.A Nasdaq 2000-2002: -82%O fim da bolha das empresas .com, que surgiram e terminaram rapidamente (estas perdas ainda não foram recompostas, nesta data acumula perdas de 61%).
1) Wall Street 1929-32: -89%A maior de todas as crises econômicas, que fez a bolsa de New York cair 89% entre 1929 e 1932 (mas que foi facilmente solucionada quando um novo presidente assumiu e concedeu crédito).
O que está acontecendo agora:
- Os países continuam a comprar e muito títulos do governo americano, inclusive com ágio. Um país que está para quebrar teria esta procura?
- Alguns milinários compraram ontem milhares ações da GE (alguns bilhões de dólares);
- E há países financiando o rombo da balança comercial americana que está em torno de 60 bi por mês. Até quando? hora, se outros países não financiarem este rombo não haverá mais consumo e todos quebram. E o que são 60 bi repartidos entre asiáticos e europeus?
Funciona assim por lá e por aqui também: por exemplo, para alguém conseguir vender para alguns supermercados daqui, o metro quadrado da gôndola deve dar lucro. Se não está dando lucro, o fornecedor deve "ajudar" a dar lucro, dando seus produtos por um período. Aconteceu comigo quando eu era fornecedor e continua acontecendo. É diferente? só nas sifras. É uma espécie de enxoval para auxiliar no lucro.
Sacou? o Chinês para vender para o americano tem que comprar seus títulos, tem que injetar dinheiro na economia deles para fazer "girar" dinheiro, e assim os americanos compram suas porcarias, e eles compram minérios e caminhões do Brasil, e nós compramos suas porcarias também.
- E essa correria para tirar o dinheiro das bolsas? é que ninguém sabe onde colocar o dinheiro, um vê o outro fazendo e faz também, pq estão totalmente perdidos, ocorre o efeito manada ou maria vai com as outras.
- E ficou bem claro que quem manda no planeta é o americano. Viram o que o congresso fez? Perdas de um trilhão num dia nas bolsas. Só por não terem aprovado um mísero pacote psicológico de 700 bi (ainda não foi votado, mas tenho certeza que vão votar a favor, todo o tumulto foi só para mostrar a sua força para o planeta), que não dá para nada.
Mas o recado está dado: nós erramos em conceder o crédito, fomos ganaciosos, mas vcs., o resto do mundo, vão ter que nos ajudar a tapar o furo financeiro. Se não fizerem nós acabamos com vocês, mesmo se armas, sem bombas. Afinal, 30% do consumo do planeta é nosso.
- Quanto estes diretores de bancos não estão ganhando nas fusões? quanto os congressistas não ganharam para ficar de mau com o presidente dos EUA, o "Bucha" e depois votar a favor, como num passo de mágica?
Aquela cara de derrotado do presidente americano alguém acredita que é verdadeira? tudo maquiagem para a TV. Tem que ter cara de flagelado neste momento, cara de que está na fila do SUS. Ele é o maior culpado, pois só queria que houvesse consumo e não ajudou o povo a "se tocar" que deveria haver um freio, um ponto de equilíbrio, a tal de capacidade de pagamento (receitas-despesas). Senão qualquer assalariado quebra mesmo.
Em 1947, Victor LLebout escreveu: "A nossa economia produtiva exige que façamos do consumo a nossa forma de vida, que tornemos a compra e o consumo de bens em rituais, que procuremos nossa satisfação espiritual, a satisfação do nosso ego no consumo, precisamos que as coisas sejam consumidas, destruídas e descartadas num ritmo cada vez maior" (é a obsolecência planejada e perceptiva). Esta é a bíblia. E tudo continua como dantes....
Ontem o ex-presidente do Fed , o Alan, disse que a crise será rápida. Claro que sim, é só o tempo para todos os milionários continuarem a ficar cada vez mais ricos. Então..crise? que crise, manipulação sim. Mas só o tempo dirá se estou certo.
- Os governos estão comprando empresas e estão se fortalecendo, bem ao contrário do que o ex Fernando Henrique disse que era para fazer. O Estado está tomando as rédeas. E lucrando muito. Os EUA compraram na semana passada por 2,24 cada ação da AIG e 3 dias depois estava a 5,35 cada ação. De bonzinhos eles não tem nada, compraram pq. daria lucro.
- Está faltando dinheiro no mercado? para boas empresas não falta.
- faltou falar mau da Miriam da Globo. Ela não sabe nem ler o que escrevem para ela, não tem posição. Só fala o que algum economista falou para ela e nem dá o nome aos bois. É um papagaio. Nada crítica, tem que vender notícia, por favor, não assistam a globo nestes momentos. Esta é a crise do pessimismo, da manipulação da mídia.
Temos que tirar o chapéu, os caras são bons de golpe. Vai render um filme.
Ruim para uns, melhor para outros. O Brasil é um dos melhores países emergentes para se investir de, tem o investmet grade, tem a melhor regulamentação do sistema bancário do planeta, a Bovespa é super fiscalizada (temos a CVM), temos a CBLC (que costodia os ativos da bolsa) e é considerada a melhor do mundo, tudo super transparente. Creio que os investidores, agora escaldados e desconfiados irão procurar mercados mais seguros.
A nova crise, mas de verdade? a chinesa, dentro de uns 3 a 5 anos.
terça-feira, 19 de agosto de 2008
quase naufrágios...
Buenas, a intenção era uma velejada entre os dias 16 e 19/08/08, com uma volta na ilha de Santa Catarina, descendo pelas baias norte e sul e depois retornando pelo mar aberto, o que não foi concretizado desta feita. A saída no dia 16 às 09:12, da marina da Marina Sea Escape no estreito foi tranquila, ventos de Norte- Noroeste na ordem de 3-4 nós (cada nó = 1,85 km/h), o veleiro deslizava suavemente e lento nas águas da baia norte e depois baia sul, mas um pouquinho a mais de vento não seria nada mau, para dar tempo de pernoitar ao lado da ilha do Papagaio, na praia do Sonho, então dei 3 batidinhas no gel coat, dizem que o vento vem quando se faz isto, e veio dentro de uns 15 minutos, mas veio com tudo e de repente, rasgando de nordeste e o veleiro quase capotou, pois estava a todo o pano, me agarrei no guarda mancebo para não ser jogado na água que estava a 18º C, o que me garantiria somente uma hora de sobrevivência. Passado o susto reduzi o pano, recolhendo a genoa 3, só na mestra também estava difícil de controlar, mas como eu estava sem os rizos, fui assim mesmo. Agora outro sufoco. Ao sul da ilha, há alguns baixios que podem promover o encalhe repentino. Fiz navegação pela carta náutica, estimada visual, batimétrica (com o sonar) e com o GPS, pois um amigo meu me forneceu os way points que o veleiro Daikiri de um casal de sulafricanos que estava em Laguna forneceu. Um pequeno erro e babaus. Nesta região o rádio VHS não tem alcance para pedir socorro para a marina. Agora era só passar pelo canal de Naufragados (sugestivo o nome) e ir para a Ilha do Papagaio ou até o Pântano do Sul na Ilha para ficar abrigado dos ventos Norte. Tentei ir até o Pântano, mas correnteza estava muito forte e resolvi ir para meu local abrigado, ao lado da ilha. Joguei o ferro (âncora) ao final da tarde, mas não segurou, tentei várias vezes e a correnteza me levando para o mar aberto. O fundo era de areia dura, o que não permitia que a âncora segurrasse. Já entrava a noite quando um conhecido numa lancha a uns 300 m do veleiro, por rádio me falou para ficar numa poita, pedi para ele sinalizar onde estava a dita cuja, mas ele já estava saindo do local, pois um carro espera para levar ele para a "civilização". Seriam só mais uns 5 minutos, mas ele não pode ou não quis esperar. Voltei para próximo de onde eu estava e lutei 5 horas para ancorar. Minha resistência física já estava no limite, sem comer desde as 5 da manhã, começou a dar cãimbras no dedão da mão, nos abdominais e atrás da perna (era o acúmulo do ácido lático já com micro rupturas). Liguei no celular para um amigo em Fpolis que tem uns 50 anos de experiência de vela para pedir um "help", tentei carregar o celular através do *7000, banco Bradesco, mas o serviço não estava disponível, mesmo assim me sobravam alguns minutos de crédito, ele me falou para unir as duas âncoras com uma manilha que tem nelas, mas os parafusos estavam cheio de cracas, o que não foi fácil de fazer, a lanterna grande que tem alcance de 2 km parou de funcionar e a lanterna de cabeça quebrou quando uma onda me jogou de cabeça contra o cockpit. Tive que fazer tudo no escuro no meio não sei de onde, com vento forte, chuva e ondas de leste. Naquele sufoco acabei ficando muito perto da praia, mas o vento nordeste me empurrava para fora da praia. Sem comer, exausto, fui dormir, ou pelo menos tentar dar umas cochiladas. Às 6 da manhã o nordeste parou e as vagas me levaram para a praia, lutei tentando fazer o motor funcionar e nada, e tentei colocar as velas, mas não deu tempo, encalhei na primeira rebentação. Sensação de impotência, burrice, pois eu já havia lido que isto poderia acontecer, mas um cérebro cansado, com medo, não raciocina normalmente, pulei na água gelada, nadei e depois fui correndo atrás de algum pescador para me rebocar. Consegui uma embarcação de passeios turísticos para me rebocar, mas como ele não poderia chegar perto da praia para não encalhar, tive que saltar na água com a corda (cabo), domingo cedo, nadando até o veleiro para tentar retirar ele daquela situção deprimente. Somente depois de umas 3 tentativas foi conseguido. Eu com um baita frio. As 8 h fui fazer o levantamento dos estragos. Por dentro do veleiro tudo revirado e molhado, pois a primeira onda molhou dentro do barco. Sorte que os eletrônicos estão sempre protegidos com plásticos. E a cana de leme quebrou, o que impediria o retorno para a marina. Moral abalada. Daí recebi uma ligação informando de que estaria vindo para a ilha do papagaio uma escuna de 19m com motor de 280 Hp para resgatar aquela lancha de ontem à noite, que quase afundou, e eu iria de reboque também. Beleza, problemas resolvidos !!! Que nada. A uma da tarde do dia 17 retornando para a Marina Sea Escape com a escuna, rompe o cabo de reboque, mar aberto, ondas de leste levando os dois barcos para o costão. Uma lancha de 300 mil reais perto da destruição. E o meu veleiro também...Mas o funcionário da escuna conseguiu pular na lancha e colocar cabos de boa qualidade. Estávamos numa velocidade um nó, bem lentos para passar a região do canal dos Naufragados, quando comecou a romper o cabo do veleiro. Daí me falaram que se rompesse era para eu pular no veleiro, abrir a vela (o motor eu havia deixado na pousada Mares do Sul na praia do Sonho), e tentar retornar para a praia. Eu não concordei, não estava em condições de fazer mais nada, exausto, acabado. Quando que de repente acontece o estofo de maré, mar calmo conseguimos trocar o cabo de veleiro e ir lentamente até a marina, chegando de noite. Lá chegando a escunatambém encalhou, mas conseguiu sair sem maiores problemas.
É ! velejar não é fácil não, é necessário muita experiência, conversar com vários velejadores experientes (já que cada um tem uma opinião diferente), e passar por estes eventos para não correr riscos excessivos, já que o risco é inerente a esta atividade. Comentei com marujos da escuna que a "coisa não é mole" e eles me disseram que isto não foi nada, eles constantemente passam por situações piores, e que era melhor isto do que ver o Faustão ou ir ao shopping.
Meu erro principal? confiar no equipamento que outros colocaram no veleiro-a âncora-ela deveria ter 10 kg de peso, e tem somente 5 kg para este tipo de fundo. E confiar nas previsões do tempo de internet. Mas continuo com a opinião de que a BR-101 é mais perigosa do que o mar.
segunda-feira, 4 de agosto de 2008
A ORIGEM DOS TRANSPORTES

Sobre a origem dos transportes,
Marconi e Presotto em seu livro de Antropologia (antropologia é a ciência do homem: o homem enquanto integrante de grupos sociais, sua evolução, história, crença, usos e costumes, filosofia, linguagem etc.), descreve que o primeiro vestígio de transporte aparece Mesolítico Escandinavo (12.000 a 10.000 a.C.) com um tipo de canoa. Quanto ao neolítico (10.000 a 4.500 a .C.) as provas referem-se apenas aos aquáticos: canoas e pirogas
O homem, primeiramente, utilizou troncos, cabaças e peles cozidas e infladas, para flutuar ou sustentar-se sobre as águas. Esse recurso ainda é muito utilizado por alguns povos. A seguir vieram as embarcações. A princípio simples, rústicas; depois envolvendo técnicas cada vez mais complicadas, especialmente as relativas à navegação de alto-mar, que requerem conhecimentos sobre ventos, astros e instrumentos específicos. Os primeiros meios de transportes aquáticos, de acordo com provas existentes, reduziam-se a canoas, pirogas, balsas e jangadas. O material utilizado varia desde a madeira (troncos de árvore), bambu, junco, hastes de papiros, filhas de palmeira, cascas de árvores, cortiça, até o couro. O tamanho e a resistência relacionam-se ao tipo de acidente geográfico: rios, lagos, mares e oceanos. Formato, função, técnica de construção e estética (simples ou ornamentadas) também não são uniformes.
Marconi e Presotto em seu livro de Antropologia (antropologia é a ciência do homem: o homem enquanto integrante de grupos sociais, sua evolução, história, crença, usos e costumes, filosofia, linguagem etc.), descreve que o primeiro vestígio de transporte aparece Mesolítico Escandinavo (12.000 a 10.000 a.C.) com um tipo de canoa. Quanto ao neolítico (10.000 a 4.500 a .C.) as provas referem-se apenas aos aquáticos: canoas e pirogas
O homem, primeiramente, utilizou troncos, cabaças e peles cozidas e infladas, para flutuar ou sustentar-se sobre as águas. Esse recurso ainda é muito utilizado por alguns povos. A seguir vieram as embarcações. A princípio simples, rústicas; depois envolvendo técnicas cada vez mais complicadas, especialmente as relativas à navegação de alto-mar, que requerem conhecimentos sobre ventos, astros e instrumentos específicos. Os primeiros meios de transportes aquáticos, de acordo com provas existentes, reduziam-se a canoas, pirogas, balsas e jangadas. O material utilizado varia desde a madeira (troncos de árvore), bambu, junco, hastes de papiros, filhas de palmeira, cascas de árvores, cortiça, até o couro. O tamanho e a resistência relacionam-se ao tipo de acidente geográfico: rios, lagos, mares e oceanos. Formato, função, técnica de construção e estética (simples ou ornamentadas) também não são uniformes.
FONTE DO LIVRO: Antropologia: uma introdução. Marina Marconi e Zélia Presotto. SP: Atlas. 2006.
Na foto, uma "canoa mais moderna".
sábado, 2 de agosto de 2008
qualidade


MEU NENÉM ME AJUDANDO NAS AMARRAS E ATRACANDO NO IATE CLUBE VELEIROS DA ILHA EM FLORIANÓPOLIS.
FOMOS GENTILMENTE RECEBIDOS E CONVIDADOS A ATRACAR NO CLUBE POR 48 HORAS, SEM CUSTOS.
POR ESTA EU NÃO ESPERAVA.
MEUS AGRADECIMENTOS AO PESSOAL DE LÁ, FUNCIONÁRIOS ALEGRES E PRESTATIVOS. ISTO ME DEU UMA IDÉIA.
ENTRETANTO A QUALIDADE DE SERVIÇOS E PRODUTOS É ALGO QUESTIONÁVEL. PRODUTOS DA CHINA? TERRÍVEL!! QUALIDADE DE ATENDIMENTO NO BRASIL (principalmente em Criciúma- SC)?? UIIIIIII !!
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